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O RANCHO AS “MACANITAS” ACTUOU NA QUINTA DO CONDE CONCELHO DE SESIMBRAO RANCHO AS “MACANITAS” ACTUOU NA QUINTA DO CONDE CONCELHO DE SESIMBRA O Rancho Folclórico “As Macanitas” de Tercena, na sua “tourné” pelo país, mostrando o seu folclore neste verão, não tem parado. Nesta conformidade, apresentou-se no passado sábado dia 28 de Julho na Quinta do Conde, concelho de Sesimbra para mostrar os seus usos, costumes e respectivos cantares para actuar no XIX Festival de Folclore do Grupo Folclórico e Humanitário do Concelho de Sesimbra.
Grupo anfitrião, Rancho Folclórico Infantil e Juvenil de Loulé, Rancho Folclórico “As Macanitas” de Tercena, Rancho Folclórico e Infantil do Grupo Desportivo de Lousa – Loures e Grupo Teatral e Folclórico da Morgadinha – Sobreda.
Os grupos convidados foram recebidos na Junta de Freguesia da Quinta do Conde, pelo seu presidente Vítor Antunes, acompanhado da Dra. Felícia Costa, vice Presidente da Câmara Municipal de Sesimbra e da presidente do grupo organizador, Dra. Otelinda Rodrigues, onde foram apresentadas boas vindas aos grupos.
O presidente da Junta de Freguesia referiu que, para alegria sua, a Quinta do Conde já possuiu três grupos folclóricos, os únicos existentes no concelho de Sesimbra mas que de momento, infelizmente, o único em funcionamento é o Grupo Folclórico e Humanitário do Concelho de Sesimbra, que tem desenvolvido uma importante acção não só cultural, como social, apelando para que o outro retome a actividade, pois tem estado parado, já que o terceiro deixou mesmo de vez o folclore.
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O festival teve lugar no Grupo Desportivo e Cultural do Conde 2 e participaram os seguintes agrupamentos:
Depois do desfile, pela avenida 1º de Maio, no campo de jogos onde se desenrolou o Festival, foram entregues lembranças aos grupos, seguido de alguns discursos, pelas entidades autárquicas, todos eles endereçando votos de felicidades ao grupo anfitrião e agradecendo a presença dos grupo convidados.
O festival decorreu com agrado na presença de muito público, tendo todos os agrupamentos sido aplaudidos com bastante entusiasmo.
Tratou-se do XXII Festival de Folclore organizado pelo Rancho de Aldeia Nova – Perafita – Matosinhos que acabou por ser prejudicado apenas pela má qualidadedo som, porque de resto tudo esteve impecável:
Na cerimónia de entrega de lembranças, estiveram presentes o presidente da Junta de Freguesia de Perafita, Miguel Hora, Lucília Santos representante da Federação de Folclore Português, assim como Joaquim Ventura da Associação das Colectividades de Perafita. que elogiaram o grupo organizador e felicitaram os ranchos convidados.
Todavia a representante da Federação de Folclore, criticou a falta de cuidado de alguns grupos, não respeitando as normas que o folclore exige, mas congratulando-se com a organização de Aldeia Nova na realização do seu 22 ª festival de folclore.
Zambujal é um lugar pertencente à freguesia de Cadima, Concelho de Cantanhede, situado entre Coimbra, Aveiro e Figueira da Foz
Não foi por toda esta simplicidade e ineditismo que o público deixou de comparecer, nem sequer as entidades autárquicas pois lá estavam para apoiar e felicitar a organização o representante da autarquia municipal, Casas de Melo assim como o presidente da Junta de Freguesia de Cadima, José Alberto Pessoa, que teceram rasgados elogios ao grupo que completou vinte anos de existência pese embora já tivesse existido em tempos recuados, mais propriamente em 1954, onde nessa dura época, apenas durou ano e meio, voltando apenas em 1992.
O Grupo Folclórico “Os Malmequeres” do Zambujal, actuou de seguida, assim como Grupo Etnográfico “Samora e o Passado” de Samora Correia, o Rancho Folclórico “As Macanitas” de Tercena, o Grupo Folclórico “Identidade Lusa” de Oliveira do Bairro e finalizando com o numeroso Rancho Folclórico, “Luz e Vida” de Ponte de Vagos - Aveiro.
Tratou-se de uma apresentação ao vivo, que muito dignificou o grupo e o coloca, uma vez mais, na boca e conhecimento do grande público espalhado pelo país e mundo em geral, confirmando assim as imensas actuações já feitas, quer no estrangeiro, quer nas Ilhas ou mesmo no continente.
O grupo dançou duas das suas canções genuínas, “O Zé das Castanhas” e “Aleluia” que foram recolhidas dos antigos espectáculos denominados “Danças Etnográficas”que saíam para a rua apenas pela Páscoa e Pascoela nos anos trinta e quarenta.
O Festival teve lugar junto ao pavilhão desportivo, mas a organização não teve muita sorte porque apesar de não chover, o tempo esteve muito frio o que não juntou muita gente a assistir, pois a grande maioria fazia parte dos ranchos que participaram, porque após alguns grupos actuarem o espaço ficou praticamente deserto, deixando os últimos dois grupos praticamente sem ninguém o que acabou por tirar um pouco de brilhantismo à festa.
Participaram depois no evento os seguintes agrupamentos: