Macanitas de Tercena

FERNANDO SILVA 1938-2017

Foto de Hugo Botica.

A Associacao Cultural de Tercena cumpre o doloroso dever de comunicar a todos os nossos associados e amigos o falecimento do nosso Socio n. 1 e Fundador desta coletividade Senhor Fernando Antonio da Silva.
O corpo esteve presente na capela mortuaria da Igreja de S. Antonio de Tercena.
O funeral realizou-se para o cemitreio de Barcarena onde o corpo foi sepultado.
A direcao apresenta a todos os familiares, especialmente a sua esposa, nora e netos, os votos de um profundo pesar pela perda do seu ente querido, e agradece desde ja todo o apoio que possa ser dado a familia nesta hora de profunda tristeza.
A direcao

 

Peça de Teatro "Os 3 Porquinhos"

Foto de Grupo Cénico da Associação Cultural de Tercena.

 

Sessão Solene 27º Aniversário A.C.T.

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Próximas actuações de Folclore

DATA

ACTUACAO

CONCELHO

16-12-2017 Venda Seca Sintra
 

Regulamento

 

“OS PRIMEIROS PASSOS DO RANCHO FOLCLÓRICO “AS MACANITAS” DE TERCENA”

“OS PRIMEIROS PASSOS DO RANCHO FOLCLÓRICO “AS MACANITAS” DE TERCENA”

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Tercena, 12 de Setembro de 2013

OS PRIMEIROS PASSOS DO

RANCHO FOLCLÓRICO “AS MACANITAS” DE TERCENA

Fernando Silva, se bem pensou em criar um rancho folclórico, melhor o fez, pois desde Abril a Agosto de 1989, em escassos quatro meses, para promoção do seu novo estabelecimento,  convidou todos os grupos de folclore sedeados no concelho para ali actuarem em festas e foi então que surgiu a ideia de se formar um grupo em Tercena, começando os ensaios precisamente a 12 de Setembro de 1989, já com  um grande número de aderentes que se prontificou colaborar com ele no novo projecto, chamando para dirigir o grupo, o Carlos Furtado que percebia de folclore  por pertencer ao grupo da sua terra no Ribatejo, já que trabalhava no Centro Paroquial de Barcarena como animador e com Fernando Silva resolveram dar início aos ensaios.

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OS PRIMEIROS PASSOS DO RANCHO FOLCLÓRICO “AS MACANITAS” DE TERCENA

Estávamos em Abril de 1989, dia em que Fernando Silva  determinou encerrar o seu negócio de restauração no famoso restaurante Pico do Arieiro, em Tercena.

Nesse mesmo dia  veio para a sua propriedade designada Quinta do Filinto, também em Tercena por ter sido legada a seu pai e aí começou a desenhar um nova  actividade de restauração e tudo se iniciou nesse mesmo dia, uma vez que  da sua antiga casa vieram alguns utensílios e móveis que chegavam e bem para montar o novo estabelecimento e dar início a uma nova actividade.

Se bem o pensou, melhor o fez e até a Agosto desse mesmo ano, em escassos quatro meses, para promoção do novo estabelecimento,  convidou   todos os grupos de folclore sedeados no concelho para ali actuarem em festas e foi então que surgiu a ideia de  se criar um grupo em Tercena, começando os ensaios precisamente a 12 de Setembro de 1989, já com  um grande número de aderentes que se prontificaram colaborar com Fernando Silva no novo projecto, chamando para dirigir o grupo, o Carlos Furtado que percebia de folclore  por pertencer ao grupo da sua terra no Ribatejo, já que trabalhava no Centro Paroquial de Barcarena como animador e com Fernando Silva resolveram dar início aos ensaios.

Em Fevereiro de 1990  o  novo grupo estava  apto a estrear-se mas faltavam os trajes que acabaram por ser  executados por uma senhora de Porto Salvo  a toda a pressa, já que a data de estreia  estava anunciada para Maio desse ano.

A senhora tinha confeccionado os trajes das marchas de Porto Salvo e foi então que depois de convidada a  executar tal tarefa os mesmos apareceram prontos no curto espaço de três meses.

Para os pagar, uma vez que o grupo ainda não tinha dinheiro,  foi solicitado serem liquidados em três vezes, o que a senhora aceitou e assim aconteceu, pagar os 300 contos, valor do custo total, em três prestações.

A estreia do novo grupo foi marcada para 22 de Maio de 1990 e  João Marques Boletas foi convidado para seu padrinho já que  tinha sido um  grande pioneiro das antigas danças etno-folclóricas em Tercena que terminaram nos anos cinquenta por terem sido  consideradas obsoletas, face ao que a recém criada  televisão portuguesa apresentava.

 

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